15 de jun. de 2011

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Things that really make me happy:
Skateboarding
Music
Her
Her
Them.

16 de mai. de 2011

fuckinghell

O maravilhoso site no qual eu hospedava as imagens do blog MORREU hoje. E, como se Deus tivesse acordado essa manhã especialmente pra me trolar, mais cedo eu sem querer apaguei elas do computador também.
resultado: Tou aqui esperando o programa acabar de encontrar, dentre TODOS os arquivos que já foram deletados do meu computador, 5 belas imagens que compunham esse blog.
Mal ai galere, mas por enquanto vai ficar esse layout padrão do blogger. Tou sem saco pra codificar qualquer outra coisa agora.

valeu, beijolas

8 de mai. de 2011

já é

Play. Vontade de gritar, mas sigo o ritmo com os pés
Vontade de espalhar, mas prendo em mim como a fé.
Sinto os tons, vejo os pratos vibrando como um gozo
Fico puto.
Preciso expressar antes que me mate
Descobrir se mais alguém entende todo o sangue
Dividir o gosto do ferro, achar um novo vício
Uma vez que mesmo saudável, esse me prende o peito;
Meus ouvidos sangram
Preciso re-expressar a forma mais pura de expressão que eu conheço..
Fudeu.

vish

Às vezes eu odeio o fato de precisar escrever sobre ALGUMA COISA. Queria que fosse possível simplesmente escrever, sem nenhum significado específico por trás de uma expressão colocada em num lugar qualquer. Queria conseguir passar através de um texto os minimalismos, como por exemplo, o jeito qual me sento na cadeira e acendo um cigarro atrás do outro como que na esperança de que a brasa traga uma luz de lirismo pra minha vida, qualquer merda assim. Porque no fundo, é esse o sentimento que eu quero passar, não o que eu senti antes de abrir a página em branco.
É foda cara. Viver é uma aventura que já foi escrita. Tentar se diferenciar ao reescrevê-la com as suas palavras é uma das poucas liberdades que nos restam, pelo menos ao meu ver.
É que sei lá. Domingos são estranhos.

badly

i like your feel, how i perceive your energy and its tones
as well as the represention of such, placed upon the honesty i hold
for when it comes to me and the ilusion of being free
your existence being here is all i can ever seek.
and as if just because i can only see,
the invisible loneliness of the season blue makes me weak
makes my withins go deep
so deep, after some burnt memory of your skin
and it´s heat
and it´s beat.

5 de mai. de 2011

oooorra

Sei lá. Logo depois das 4:20 consegui tirar minha bunda desse quarto e me mandei pra uma praça aqui perto. Sentei por lá, ouvi uma música, deitei na grama, olhei pra cima e contemplei tudo o que eu fiz até agora. E cheguei à conclusão de que eu sou um péssimo ser humano, com péssimos hábitos, pouca força de vontade, uma mala de hipocrisia e medo de não conseguir me manter forte o suficiente pra achar o meu espaço, do meu jeito.
A próxima frase ia ser sobre como pode ser uma merda ter 18 anos, mas percebi que escrevo isso desde os 12, o que me assusta e me faz perder a vontade de lutar. Eu sei de tudo o que se deve falar pra alguém que tá prestes a desistir de tudo, mas eu mesmo não consigo me ouvir. Acho que todo mundo é assim.
Me sinto preso entre a consciência, o orgulho e a vergonha de ser quem eu sou. Quem nunca se sentiu orgulhoso ao mandar um ‘fuck you all, i AM a fucking slacker.’, e quem nunca sentiu vergonha ao ser chamado de slacker por alguém que admira? Porra.
Tou me sentindo inútil demais, cara. E eu sei que é só mudar. Mas pra mim, ser assim é tão automático quanto a ordem em que passo sabonete no banho. Tenta mudar essa ordem pra você ver só. Não é nem que você não consegue, mas você esquece, bodeia, se acostuma com os hábitos e os abraça como parte de você. Porra, eu sei de cor todos os argumentos que podem ser lançados contra o meu ‘estilo de vida’. Sei mesmo. Do mesmo jeito como você sabe que não deve comer bacon com ovos no almoço.
Na real esse texto foi concluído na frase ‘me sinto preso entre a consciência, o orgulho e a vergonha de ser quem eu sou’. O resto foi só pra encher lingüiça.

28 de abr. de 2011

heaven restores you in life

Olho em volta e me percebo em movimento. Não só constato que estou dentro de um ônibus, como percebo que dessa vez, eu realmente não estava no presente, real e rotineiro. Tento lembrar de onde estive, mas a consciência de que eu estava lá cria uma barreira de pretensão que destrói toda a autenticidade da viagem. Salto do ônibus e ando atento com medo de que alguém perceba minha readquirida consciência de mim, o que me faz prestar atenção no jeito como eu ando. Avisto policiais e fito-os nos olhos, na tentativa de me fazer sentir menos frágil, mais perigoso, mais vivo. Acendo um cigarro para aumentar minha vivacidade, paro para esperar os carros passarem e olho para as pessoas ao meu redor, ansiosamente esperando que alguém olhe de volta, e melhor ainda se com desdém.
Tento parecer pior do que sou para poder criar argumentos que me convençam de que sou melhor do que penso.
Funciona.

22 de fev. de 2011

meh.

Segunda-feira pela noite, Morrissey embalando o clichê da minha melancolia pós-adolescente que, por algum motivo, me parece ter numa grandeza daquelas inversamente proporcionais, mais motivos e menos sentido do que aquela melancolia quase agradável de quando eu tinha meus treze anos.
Cheguei ao meu destino sem saber falar a língua local e agora só observo, procurando alguém que me traduza todos os gestos do mundo, porra de mundo que continua me cuspindo pra fora quando acaba o meu sabor. Mas, mas, mas, mas, sem mas. É só isso mesmo. Claro que continuo me jogando de volta, o que mais eu posso fazer? Otimismo é uma questão de sobrevivência, não de opção. Claro que sou otimista. Mas meu ótimo não é o seu ótimo, às vezes meu ótimo não é nem meu. Mas na real, que se foda.

10 de jan. de 2011

honestamente

Quando acordar envolve mais do que abrir os olhos, você sente que se aproxima de uma curva numa estrada desconhecida - sem saber o que virá a seguir, mas com uma certeza incomum quanto ao que foi deixado para trás. Acordo com as costas leves, com a visão clara, com a mente apta a assimilar todo e qualquer estimulo enviado. Mas, do mesmo jeito como normalmente evita-se observar demais um sanduiche comprado num bar sujo, a visão mais clara que conquistei me causa náuseas. Estou cercado por tudo o que me pertence, mas não pertenço, não vivo do mesmo combustível e meus movimentos são calculados na base de outro sistema métrico. Entrei num jogo muito mais complexo do que gostaria, mas a partir do momento em que compreendi as regras, percebi que eu era o único que o havia feito - o que me deixa em uma posição delicada, porém privilegiada. Assim me torno franco-atirado, me torno ex-futura vitima com uma arma destravada no bolso e olhar desavisado. Me torno mentiroso, me torno canalha filho da puta cretino de merda, me torno tão verdadeiro que sinto medo, sinto como se tivesse acordado novo e completamente honesto.
Mas as náuseas continuam...
E todo remédio eventualmente sai do sangue ou vira toxina sob os olhos do corpo, que parece querer o mérito de se curar sozinho. Admiro tamanha coragem, tento condicionar minha mente ao mesmo comportamento. Mas por enquanto a dose só aumentou, e o efeito diminuiu. Hora de abrir a velha garrafa de Whisky. Talvez, em seus 18 anos de amadurecimento ela tenha alcançado um nível maior de conformismo com o mundo do que eu. Ou pelo menos um sabor que valha o seu preço.
Que seja, só me sirva uma dose e fique por perto enquanto eu cambaleio por entre gentilezas falsas e amores forçados, laços que parecem terem sido soldados ao quarto que, ao mesmo tempo que me prende, serve de fortaleza impenetrável. E lá fora é tão áspero que nem o cheiro dos milhares de baseados consegue sair.
Continuo trancado num quarto de janelas abertas, ironizando a própria ironia e sortido de um medo que é tão meu quanto o ar que me cerca. E com base na propriedade indefinida de tudo, me permito uma chama de esperança quase infantil. Uma chama que, cercada de ar viciado, curiosamente tende a se inclinar para a janela. Interpreto-a como um farol na escuridão do mar, e levo meu corpo cansado de marinheiro perdido para perto dela, luz quente que me cega, cessando o sentimento de nojo e me acolhendo mais do que meu lar. Ah, alivio! Procuro-te, desejo-te, acredito em tua existência, pois nesse e em outros momentos, é tudo o que me resta.



Feliz ano novo!

26 de nov. de 2010

13/04/08

Cause i really do think that this life thing is amazing, but
I’m divided between my past and my present
I know which one is right but I’m not sure about the wrong one
Things are kinda numb – maybe it’s just the natural toxins of growth, maybe it’s the drugs. It probably is the drugs.
Fuck that, fuck everything
I’m sick of failure and pain, I’m sick of pushing myself into unknown levels of humanity. Humanity, what defines it?
Cause I really feel its concept is further from reality than it could ever be.
I don’t want anything!
Just skate around, sleep under the stars, fuck a beautiful girl whose lips taste like wine.
To just be, to be me, to be young and careless, mindless and senseless.
Enjoy every single moment of existance, to breathe in and then out;
Fuckin’ off.

love

15 de nov. de 2010

frio de merda

Noites frias, nada nesse mundo tem o poder de causar uma solidão tão grande e generalizada como noites frias, especialmente as de domingo véspera de feriado, quando se está recém chegado em casa, pós amor, pós vestibular (passei!), pós amigos, pós cerveja e pós discussão sobre-o-sentido-do-mundo-e-a-politica-filha-da-puta-de-hoje-em-dia. Puta coisa deliciosa.
Mas esse frio que entra pela minha janela (que eu até fecharia se não fosse tão hipócrita ao ponto de não gostar do cheiro de cigarro no meu quarto quando vou dormir) faz meu corpo sentir uma falta tão imensa do dela, que, quando do meu lado -e eu me delicio na crença de que só do meu lado- jura todo o amor que a alma pode dar sem nem abrir a boca. E eu tento fazê-la sentir o meu através de um abraço, ou melhor, aperto (porque quando se está deitado, um abraço com os dois braços é praticamente impossível, já que um deles nunca sabe muito bem onde ficar, só como atrapalhar) longo e levemente sufocante. Depois um beijinho no rosto pra liberar aquele sorriso lindo, então um na pontinha do nariz, seguido por um beijo ingênuo nos lábios quentes. MAS, nesse momento, isso é tudo o que eu tenho: milhares de memórias maravilhosas que eu tento juntar na tentativa de tornar a presença dela mais real, mesmo sabendo que ela está a quilômetros de distancia daqui, provavelmente dormindo e com a minha imagem beeem longe da pauta de pensamentos (ou sonhos) de hoje. Ou quem sabe não. Mas o que importa é que eu tou com frio e cansaço, o tipo de cansaço que só descansa com aquele sorriso, e essa merda desse frio fora de estação vai fazer questão de me lembrar a ausência dela pelo resto da noite. Aposta quanto?

3 de nov. de 2010

nostalgia antecipada

P-p-p-pulso, pulsa, pausa, torna, rasga, rompe. Músculo que pulsa involuntariamente, bombeia sangue quente, que preenche o meu corpo e dá cor a minha pele. Músculo sensível que reflete meu sentimento que desata a bater com seu beijo, que dispara ainda mais com o toque de meus dedos sobre a tua superfície desprotegida. Crua. Arritmia.
Compasso sem passo, distorção, orquestra experimental. Oscila e grita, encharca o espaço, tão saturado que transborda, não comporta.
Transcende a própria idéia da transcendência.
Eu e você. É pura sinestesia.

M.


Não é carta, mas te respondo, ou melhor, só te reafirmo que, mais do que sinestesia, mais do que anestesia, eu e você..###*** me frustro com a língua portuguesa nessa hora, ou qualquer outra língua conhecida por mim. Essa inexistência de palavras que digam o que eu quero dizer só me faz ter certeza de que não precisa ser dito.
Só eu e você.


J.

25 de out. de 2010

10/01/2006

Somedays we feel like shit. In these days we feel like feeling half alive.
Somedays we feel like quitting the life we’ve been living. We feel like living the life we were told to.
Somedays we feel like getting up from the floor. Somedays we feel like sinking into it until there’s no light to see.
Somedays we feel so wrong - somedays we feel like junkies.
Somedays we feel so right - somedays we feel like junkies.
Somedays we feel like getting a junk, just to have an excuse for being so wrong.
In these days, we feel like coming out of the selfish, cunt junk habit we got ourselves into.
Somedays we feel we have no junk at all.
Somedays we live the most beautiful trips, when the cold night air suddenly heats up and we feel the love we were told to exist. Somedays the cold night air suddenly gets colder and we feel that love is just a utopia of someone who was feeling just like you.
Somedays… we count no days. Somedays there are no days to count.


agora me diz se eu não era uma criança de 13 anos bem estranha.

19 de out. de 2010

carpe somnus

É foda, é foda, porque já é quase meia-noite e eu realmente deveria ir dormir, porque amanhã vai ser uma merda. Essa semana está sendo uma merda, mas quem liga. Juro que nem eu ligo.
Mas, vamos lá;
Consegui! Fiz dezoito anos, e pode perguntar pra qualquer amigo meu o quão absolutamente chocante isso é, e não necessariamente por conta do meu estilo de vida duvidoso e possivelmente perigoso (mentira, mal saio de casa e só tomo coca-cola). Acho que o que torna esse fato tão estranho é ver tudo o que eu sempre entendi e me relacionei meio que ir embora com o sopro na velinha do maravilhoso bolo de aniversário feito pela minha maravilhosa avó, sabe?
Não que isso seja ruim. Tá mais pra incomodo, porque coloca uma pressão de ‘’e agora, cara?’’ sobre os meus ombros, e, mesmo eu já tendo uma ideia bem sólida da parte que você conta pra família quando te perguntam ‘’e agora, cara?’’, a outra parte, a que realmente diz respeito a mim, permanece um espaço em branco com um belo dum ponto de interrogação na decoração. Mas daí eu paro e penso e cara, olha só pra mim. Quem que eu acho que eu sou? São só dezoito anos, calma. E eu até consigo me imaginar com essa mesma imagem na cabeça daqui a dezoito anos.
Às vezes eu acho que eu só faço sentido jovem, o que até que faz sentido. Afinal, pra alguma coisa fazer sentido você precisa entender ela, e a juventude é a única coisa que eu entendo até agora. Talvez algum dia eu entenda o resto, talvez não.
Só sei que hoje me peguei atravessando a rua morrendo de medo do futuro e, por conta disso, quase me deixei atropelar. Agora seria a hora da lição sobre carpe diem, mas vou deixar isso pra quem carpe diem. É que eu juro que amanhã vai ser uma merda.

14 de out. de 2010

18, QUE?

Porque, depois de tantos textos sobre como eu, a margem dos 18 anos, estava/estou me sentindo como um pré-adolescente prestes a dar seu primeiro beijo, não podia deixar de escrever uma última coisinha antes de me tornar maior de idade (o que vai acontecer uma hora e 59 minutos), né não?
Só pra sei lá. Fechar essa coisa toda e ligar a memória de quando eu tinha 8 anos e calculei que dali a 10 já poderia dirigir com esse momento aqui.
E só pra dizer que eu tou bem, e que acho que já fiz tudo o que não podia quando não podia então a única coisa que faz sentido agora é poder fazer todas (ou quase todas) elas dentro da lei. Só ta faltando minha ultima cerveja na ilegalidade, mas tudo bem. E também pra dizer que eu realmente tou feliz, sabe? Tou amando perdidamente, as coisas tão dando certo, e esse ano me formo pra finalmente me reformar!
Sei lá, cara. Na real só posso agradecer cada uma das pessoas na minha vida (até os imbecis) por terem me feito desse jeito que eu sou, na moral.
Então é isso aí
Bora crescer.

Jay.